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SP RockNation reúne gerações e estilos em celebração a Cena Rock no centro histórico de São Paulo.

Por Johann Peer (vocalista e compositor da banda Peer & Inumanos e Jornalista sob o número:65.158-MTb/SP)


No domingo (24), a Galeria Olido, no coração de São Paulo, foi tomada pelo som da guitarra, bateria, baixo e voz marcante de artistas consagrados e novos talentos da cena nacional. Em mais uma edição do evento promovido pela Associação Consciência Cultural, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura, o público viveu uma empolgante maratona musical que começou às 13hs em ponto e só terminou à noite, reafirmando a força do rock como expressão cultural artística de massa.


 RockFun Legends: Sempre com convidados de alto nível A abertura ficou por conta da banda RockFun Legends, convidando a band leader Cyz Mendes (Plutão Já Foi Planeta), que com sua voz poderosa e  grande performance e presença de palco brindou o público com diversos clássicos do rock internacional como: Whole Lotta Love (Led Zeppelin) ,Detroit Rock City (Kiss), You Oughta Know (Alanis Morrisette).Cyz emocionou e tocou a platéia com  uma grande homenagem ao saudoso e inesquecível MADMAN OZZY OSBOURNE cantando War Pigs (Black Sabbath).  O encerramento ficou a cargo da   apoteótica You Shook Me All Night Lon (AC/DC).


Foto: @vmffilms
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 Emanno ROCK Brabo - uma jovem promessa do Rock n´ Roll Após a RockFun Legends tivemos a apresentação do Emanno ROCK Brabo, esbanjando talento, autenticidade e carisma.


Foto: @vmffilms
Foto: @vmffilms

O jovem artista guarulhense trouxe ao público um espetáculo impactante, agregando muito talento, energia com seu canto forte e eloquente em combinação com hits já consagrados do rock nacional e suas composições autorais, entre elas: Chuva, Amor e Rock n Roll, Ribeirão, Guarulhos Rock City e Vem no Mosh. Entre as versões Emanno interpretou: In My Life (The Beatles) e Vem Quente que Eu Estou Fervendo (Erasmo Carlos) e “Eu Quero Ver o Oco” (Raimundos) com as participações especiais de: Kike Damasceno (Crazyland), Gilberto de Sucesso (Capitão Albatroz) e Jefferson Backman (banda CW). O show foi encerrado com a sua música autorial “Rock And Roll No Apartamento” que já ultrapassou mais de 20.000 plays nas plataformas de streaming.


Drenna-RJ: Peso e Experimentação

Seguindo com a tarde de muita música, a Galeria Olido foi literalmente sacudida por um terremoto de muito som e atitude da banda Drenna representando a cena independente do RJ.

Foto: @vmffilms
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Power trio coeso e poderoso, apresentou em seu repertório, canções autorais como: Desconectar, A Busca, A Casa , Roda Viva ,Só o Tempo Irá…, A Praia, Aliens, MissN’Roll e Entorpecer com muito peso, intensidade, ritmo e energia mesclando sons do Rock  alternativo, Midwest emo, pop punk, hip hop resultando num som contemporâneo e energético que fez o público vibrar por diversas vezes dada a performance e técnica não somente da fundadora, compositora, vocalista e guitarrista Drenna Rodrigues, mas também da habilidade instrumental dos demais integrantes da banda, o baixista Bruno Moraes e o baterista Nelson Rock, onde juntos fizeram um verdadeiro espetáculo a altura durante o  SP Rocknation.


Cayarí: Ancestralidade e Resistência em forma de canção

Posteriormente, o público se rendeu a magia da música e da arte do som de multi influências culturais, étnicas e rítmicas através do canto, da artista baiana Cayarí.

Foto: @vmffilms
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Acompanhada de excelentes músicos, a cantora mostrou um belo e tocante trabalho a altura do seu talento, apresentando repertório de canções autorais que mesclavam elementos indígenas, com rap, reggae, rock e afins além de cantos originais da língua matriz e raiz Patxohã (língua Pataxó). O show levou o público a um momento de reflexão, auto-conhecimento e principalmente respeito e preservação da mãe-natureza. Entre as músicas autorais a artista apresentou: Canto indígena, Geração Alienada, Olhos Vendados, Semeando Gratidão, Não me olhe assim, Controle, sem seguida fez uma homenagem a sua conterrânea a cantora Pitty com “Admirável Chip Novo” e voltou novamente com o repertório de canções autorais com as músicas: Meu Natural, Energia Positiva, Tudo Vai Melhorar, Agradecer, Fyah e encerrou seu belo show com o canto indígena.

Há de se destacar além do seu carisma e talento, dona de bela voz também é notável seu figurino e principalmente o trabalho do telão de led com imagens primorosas retratando o encontro de Cayarí com sua ancestralidade indígena em meio a magia e a força da Mãe Natureza tal qual suas canções.


Vespas Mandarinas e o indie nacional

A penúltima atração se dera com um dos grandes nomes da cena Indie :Vespas Mandarinas vem se reinventando a cada lançamento, sem nunca perder de vista a essência rock.

@vmffilms
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Liderada pelo vocalista e multi-instrumentista Thadeu Meneghini, que com sua voz e seu carisma apresentou um repertório de forte apelo popular principalmente do aclamado álbum “Animal Nacional” que comemora uma década de lançamento além de composições do álbum mais recente “Daqui Para o Futuro”, em que foram cantadas a plenos pulmões pelo público que vibrou com a voz e a performance do seu líder,  Entre as músicas tocadas no dia rolaram as conhecidas: O Vício e o Verso, Na hora em que eu me perder, Antes que você conte até dez, Santa Sampa entre outras. O show terminou com a música Não Sei O Que Fazer Comigo, preparando o público para a grande atração da noite. Paulo Miklos: encerramento apoteótico

Como a grande atração do SP ROCKNATION, o artista, cantor e ator Paulo Miklos, foi apresentado por Fabrício Ravelli e recebido com muito carinho por todos.

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O show já começou no auge, com o hit Diversão e na sequência homenageou o saudoso Silvio Santos com a canção Domingo. Em seguida, Paulo contagiou o público com a sequência de músicas muito bem escolhidas: Flores, Aluga-se (Raul Seixas) e É Preciso Saber Viver (Roberto e Erasmo Carlos). Além dos Hits, Paulo Miklos também apresentou o seu último single chamado Um Bom Lugar. O repertório ainda contou com Marvin, Estado Violência, Polícia/Cabeça Dinossauro, Bichos Escrotos, Epitáfio, Pra Dizer Adeus e o desfecho do evento deu-se com a radiofônica Sonífera Ilha. E, bora de ROCK AND ROLL!




 
 
 

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